I’m sorry… There is no English version of this article.
Most of my English posts can probably be found in the Web Design related categories. The rest most likely wouldn’t be worth the time spent reading so you’re not missing much anyway!
Thanks for your interest!

Isto já sabíamos, Roberto. Nós e eles… os que pensam que nós somos estúpidos. Acontece que as autarquias recebem de acordo com o nº de eleirores, certo? Será que eles sabem? eheh!
Olá a todos. Parabéns pela excelente matemática Roberto! Não posso deixar de adicionar apenas um pequeno comentário! esta coisa da estatística ….:-) ! A polémica diferença entre cadernos eleitorais e resultados de recenseamentos à população já é antiga e sempre se contabilizaram diferenças no intervalo entre os 400 000 e os 600 000 residentes com 18 e mais anos.
Acontece que a limpeza dos cadernos eleitorais não é tarefa fácil! Passo a explicar: até há bem pouco tempo (não sei se continua a ser assim) não era possível aos responsáveis pelas Juntas de freguesia saber quais dos seus eleitores tinham falecido pois não existe qualquer informação, relacionada com o óbito, que passe pelo controle da Junta de freguesia (eventual excepção para a ocupação do talhão no cemitério).
Da mesma forma não é possível saber com exactidão quantos cidadãos eleitores residem de facto em determinada freguesia, pois quantos casos há em que a freguesia de residência é diferente da freguesia de recenseamento, apenas porque o cidadão não quis ter o trabalho de se recensear na primeira?!
Isto tudo para dizer que o impedimento de cruzamento de bases de dados sobre os indivíduos e os movimentos naturais e migratórios da população constituem um forte obstáculo à correcta contabilização dos eleitores, tanto no total como à escala local.
Um abraço