I’m sorry… There is no English version of this article.
Most of my English posts can probably be found in the Web Design related categories. The rest most likely wouldn’t be worth the time spent reading so you’re not missing much anyway!
Thanks for your interest!

Pois…realmente…mas sabes, os madeirences não sao mais que minhotos temperados com o sal do Atlântico e tostados brandamente pelos ventos quentes de Marrocos durante quinhentos anos. O aspecto é diferente, mas o sabor é igual!
é vem berdade! lol
Ora aqui está um valor acrescentado dos referendos: ajudar a traçar o mapa sociológico e cultural do país. Fica tudo à mostra. E ainda bem. É preciso transparência para depois ninguém andar a fazer-se passar por aquilo que não é. Há defensores do Não incomodados com as leituras feitas a partir do sentido de voto maioritário em algumas regiões. Alegam que se pretende colocar em causa a liberdade de escolha e as convicções das pessoas que votaram Não (… para evitar a análise). Os votantes do Sim não estão incomodados com as leituras… Mas, há razões para optimismo (paciente). O Sim cresceu mais de 10% na Madeira relativamente a 1998. Um pequeno passo para um madeirense, mas um grande passo no sentido do progresso e da modernidade.
Precisamos de voltar aos tempos da 1ª República e pôr a Igreja no devido lugar. Sou pela liberdade religiosa, há pessoas que admiro que são membros da Igreja Católica, mas não admito que à custa da influência que têm junto das pessoas menos esclarecidas, alguns clérigos e seus apaniguados se sirvam desse poder para manipular o decisão dos votantes. A Igreja Católica tem todo o direito em defender as ideias que acha correctas mas não pode utilizar a mentira para as fundamentar.