I’m sorry… There is no English version of this article.
Most of my English posts can probably be found in the Web Design related categories. The rest most likely wouldn’t be worth the time spent reading so you’re not missing much anyway!
Thanks for your interest!

Parabéns! Está um excelente post. Farei o possível por o divulgar entre os meus amigos e colegas de infortúnio
Muito bom! É incrível de facto que nunca ninguém tenha conferido a viabilidade dos estudos deste homem!
Bom trabalho seria redutor… Trabalho de excelência!
Espante-se, no entanto, a tua capacidade de te (des)iludires com o trabalho dos jornalistas. Carecemos de jornalismo especializado nas diversas áreas.
Hei-de de reencaminhar este texto para mais interessados.
Um abraço
Vários comentários:
Nelson Lima é um nome extremamente eslovaco.
O Instituto da Inteligência certamente visará instituí-la. Deve contar entre os seus fins tornar as pessoas mais “espertas”,depois de terem pago os emolumentos.
Donde se percebe a “inteligência” do jornalista, que com certeza não pagou pala prestação de serviço, mas ainda assim aceitou a “encomenda” do artigo.
Neuropsicologia deve analisar psicologicamente os neurónios, talvez por intermédio da Hipnologia Médica, isto é, talvez hipnotise os neurónios com uma bata branca de médico.
Ou mmo talvez por intermédio da Psicologia Humanista, que talvez seja aquela que passa uma “mãozinha” pela cabeça do paciente.
Qto à International Neuro-Psychoanalysis Society, seria curioso verificar se o seu criador não será… Nelson Lima
Excelente pesquisa! Magnífica crítica satírica! Merecida denúncia!
Acrescente-se que a \”notícia \” referida foi também publicada pelo \”Diário de Notícias\” da Madeira…
Acentue-se, além disso, que ela reflecte não apenas o estado do jornalismo que temos, neste país e no âmbito internacional, mas também a pseudo-investigação científica que vem sendo praticada e difundida nacional e internacionalmente, muitas vezes com aval de publicações especializadas, e que os órgãos de \”informação\” diária e semanal, acrítica e sensacionalisticamente, fazem gala em divulgar… A questão é de seriedade e competência - ou da falta delas!… Ou dos jogos da sofreguidão dos espertalhões com a estupidez hipnotizada das maiorias…
Um abraço…
Interessante, nunca pensei que a psicologia pudesse ser tão lucrativa… Roberto, não queres ser colaborador do Instituto de estudos Estupidológicos, que pretendo fundar em breve? Acho que tens potencial (sob a minha apertada supervisão, claro!)
E eu já vou com uma publicação científica de avanço sobre o Nelson Lima, logo sou ainda mais credenciado
Zé, vou já reservar o domínio!
Se quisermos ser um pouco mais eruditos, poderíamos chamar ao nosso projecto comum: Instituto da Estultícia.
Ou, talvez, para favorecer as pronúncias regionais daí da Ilha: Instituto da Necedade.
Fico à espera da tua decisão… Afinal, és o supervisor!
Lamento, mas o termo “estupidologia” (e suas derivações semânticas) denomina já um reconhecido sub-ramo da psicologia (Rodrigues, 1992). Segundo o autor, a estupidez, um estado mental volitivo de grande percentagem do comportamento humano, merece ser condignamente estudado, desenvolvido e preservado. Por definição, considera-se ESTÚPIDO: todo o comportamento que refecte grande défice intelectual, apesar do seu produtor não revelar quaisquer sinais de comprovada ignorância, atraso cognitivo ou demência. Este fenómeno paradoxal reflecte a existência de um mecanismo de defesa face ao conflito, no qual o individuo inteligente rejeita estratégicamente as suas capacidades intelectuais para assim obter maiores ganhos primários e secundários. A mesma fonte ressalva que a estupidez representa a principal força edificadora da civilização. No entanto, esta nobre capacidade humana vem sendo lamentavelmente preterida pela comunidade científica em benefício da inteligência. Esta última, apesar de valorizada pelo pensamento de senso comum enquanto reerência moral, quando examinada à luz do pensamento científico, revela-se limitada em termos de potencial adaptativo.
Para futuras referências:
Rodrigues, Vitor J., (1992), Teoria Geral da Estupidez Humana, Lisboa, Livros Horizonte.
Temos de fazer algo para por cobro a esta excessiva valorização da inteligencia, no nosso país. Fico feliz por ver que tu, Roberto, tenhas produzido um tão elucidativo trabalho de investigação sobre as suas nefastas consequencias no nosso tecido social, e da luta corajosa de alguns individuos contra a propagação do mal da inteligência, dentro e fora dos centros de investigação, sem esquecer o meritório contributo da imprensa, neste campo.
Zé, como sempre foste divertido e iluminador. Fiquei também contente por considerares que a minha modesta contribuição teria sido oportuna para o esclarecimento público dos males inerentes à propagação indiscriminada da inteligência! Embora tal facto me provoque alguma angústia também: estaremos nós contaminados? Serão estas considerações inteligentes? Vade retro!
A propósito de vade retro, quis a serendipidade própria das pesquisas na net que viesse a descobrir ser a estupidez considerada o primeiro dos nove pecados satânicos, a acreditar na Associação Portuguesa de Satanismo (o que não deixa de ser extraordinário numa organização que afirma acreditar que e defende a lei do talião na sua linha mais radical, tipo código de Hammurabi – quão mais estúpido é possível ser-se?). E, de repente, tudo fez sentido: se é satânico ser-se inteligente, então é com certeza pio ser-se estúpido e promover-se a estupidez! Esta tem aliás sido a posição tradicional do Cristianismo, desde que Deus proibiu a Adão e a Eva que provassem os frutos da Árvore do Conhecimento. Salazar também o sabia e providenciou tão activamente quanto pôde para que os portugueses permanecessem mentalmente puros. Nesta ordem de ideias, e de acordo com a mensagem vigente na comunicação social, os professores estão a realizar um trabalho verdadeiramente piedoso e a M.ª de Lurdes Rodrigues, tal como o Nelson Lima, devem com certeza ser agentes infiltrados de uma organização satânica, cujo objectivo subversivo é claramente perturbar o saudável “conformismo de massas” (5º pecado satânico)!
Obrigado pelo teu insight!
Resta-nos a ironia e o sarcasmo…patéticas defesas que utilizamos para sublimar o insustentável desespero da impotência!
Excelente trabalho! Profundo e esclarecedor. De uma cajadada vão dois coelhos : a “verdade” jornalística e a credibilidade das fontes !
Li-o num ápice, tal o interesse.
A caricatura introdutória é genial! Até certo ponto, fez-me lembrar a crítica vicentina ” ridendo mores castigat ”
Parabéns! Continua! Precisamos de mais artigos desta natureza. Acompanhá-los-ei com todo o interesse.
Irei divulgá-lo junto dos pares.
Exmo Senhor,
Um leitor atento do vosso blogue chamou-nos a atenção da sua análise (à distância)sobre o Instituto da Inteligência. Esclareço que somos, de facto, uma entidade privada. É proibido? Não podemos exercer a nossa actividade?
Ao contrário do que insinua, não pretendemos ser uma instituição científica apesar de, a pedido da comunicação social, fornecermos regularmente informações e dados sobre as nossas actividades a muitos jornalistas. Fazêmo-lo também em muitas conferências e seminários em que participamos como oradores convidados.
Desde 1998 que as nossas instalações estão abertas ao público, aos jornais e a quem mais quiser. Nada escondido nem com segundas intenções como pode algum leitor do seu blogue pensar. De resto, somos uma institutição (privada!) prestadora de serviços de psicologia e neuropsicologia e entre os nossos clientes tem estado o público em geral e diversas entidades, incluindo clínicas e escolas públicas e privadas (Associação Nacional de Professores, Sindicato dos Professores da Região dos Açores, Escola Nacional de Pais, etc., etc.), há vários anos.
Quanto ao franchising: é óbvio que o nosso Instituto pode “franchisar” os seus serviços como qualquer outra entidade privada que crie e desenvolva inovações próprias como é o nosso Programa de Optimização Cerebral e outros.
Quanto ao resto dos seus comentários e outras “provocações” não vamos acrescentar mais nada porque não sentimos necessidade de o fazer.
Quanto ao Dr. Nelson Lima tem todo o direito de ser ele a dar a cara pois é um dos fundadores e agora proprietário e responsável máximo pelo Instituto da Inteligência. Isso incomoda alguém? Talvez haja muita inveja por ele ser frequentemente referido na comunicação social. Trabalho de marketing? Nem por isso: não temos nenhum técnico nem departamento especializado em imagem institucional. Nem fazemos publicidade a não ser a que resulta dos nossos blogues.
De resto, não ficamos zangados ou irritados com o seu texto.
Apresentamos-lhe a si e aos seus leitores os nossos cumprimentos.
Ricardo Sottomayor
Director-adjunto do
Instituto da Inteligência
A proposito, ao reler o seu blogue verifiquei que um dos leitores desconhe (ignora!) a existência da neuropsicologia como actividade de apoio médico na reabilitação de problemas neurológicos derivados de lesões cerebrais, doença de Alzheimer, etc. Várias universidade portuguesas dão esta formação como pós-graduação.
No nosso instituto temos neuropsicólogos que trabalham em hospitais públicos e que estão legalmente reconhecidos!
Quanto ao neurofitness e à neuróbica são técnicas desconhecidas em Portugal, de facto. Mas a culpa não é do Instituto da Inteligência que as importou e as utiliza.
Desculpe ter-lhe roubado espaço.
Cumprimentos.
Ricardo Sottomayor
Director-adjunto
Instituto da Inteligência
Caro Ricardo Sottomayor,
Antes de mais agradeço a sua resposta neste blogue.
Sobre o respectivo conteúdo:
___________
* Chamo a atenção para o facto de os IPs de todos os comentadores deste blogue ficarem registados. Caso o Instituto da Inteligência ou outra entidade pretenda colocar em causa a autenticidade dos dois comentários anteriores, o respectivo IP será prontamente fornecido para averiguação de responsabilidades.
**o domínio do endereço foi camuflado para preservação da privacidade.
Senhor Roberto Gorjão,
Seria fastidioso e longo estar a responder a todas as questões que levanta pois, na verdade, não pára de o fazer. Já pode ver o meu email pessoal e privado pois da última vez usei o de um colega meu (até nisso o senhor reparou e serviu para gerar nova desconfiança).
Não sou uma ficção (que disparate o seu…só porque o meu nome não aparece nos blogues do instituto? e porque razão teria de aparecer?). Chamo-me mesmo Ricardo Sottomayor, trabalho no Instituto da Inteligência, mas tenho funções de gestão pelo que não dou entrevistas nem preciso de visibilidade. Só isso.
Aliás, como o senhor deve saber, é bom as empresas terem um rosto e não muitos a falarem em seu nome. No nosso caso é o director. O que é legítimo e correcto.
Quanto ao resto, e sendo eu um homem prático, não me parece útil estar a responder a cada uma das suas críticas (e algumas provocações) pois isso seria longo e inútil porque, pelo que vejo, o senhor levantaria novas questões e não faríamos outra coisa do que estarmos em permanente conversa.
O que para nós (do instituto) conta é a qualidade do trabalho final, a competência na execução das nossas tarefas. Os nossos clientes estão satisfeitos e muitos acompanham-nos desde a primeira hora. Isso é que nos interessa. Acredite que é verdade, pense o senhor o que quiser.
Quanto ao Dr Nelson Lima, interrogo-me porque lhe suscita (a si) tanta curiosidade. Afinal, é um homem conhecido, trabalhou nos Estados Unidos e em Espanha, foi gestor de recursos humanos em grandes empresas, formador, e depois, trabalhador-estudante (quando muitos colegas dele queriam era a reforma) e tem, pelo que já deve ter percebido, idade para ser seu pai (você tem 38, não é verdade?). Actualmente, ele dedica a maior parte do seu tempo a proferir conferências e palestras, nomeadamente em Espanha (onde obteve carteira profissional por ali ter feito um dos seus cursos de especilização) e é muito respeitado pelos colegas (não é exagero meu, acredite também). Está também a escrever actualmente um livro sobre “mental training” por convite de uma conhecida editora internacional e vai agora também dar formação numa multinacional de investigação médica (serão também uns totós???)
Ainda quanto à questão da escola de V.N.Famalicão, onde o Dr Nelson proferiu uma brilhante palestra (de acordo com testemunhos), parece-me uma ousadia o senhor insinuar que os 170 professores que o ouviram - e o Clube de Matemática que o convidou - não passarem , afinal, de uns ingénuos!!! Uf! Essa é forte, senhor “web designer” Roberto Gorjão. Que falta de respeito o senhor revela pelos seus colegas docentes (sei que tem dado aulas, quais e onde, e dou-lhe os meus parabéns pelo trabalho que tem feito com os seus alunos na iniciação à informática e na criação de blogues, nomeadamente em Baltar).
Finalmente, achei curioso o senhor prof. Gorjão enviar o texto da polémica para o Provedor do Público insurgindo-se (e de que maneira tão deselegante) contra a classe jornalística!! Que pensarão eles das suas acusações tão violentas?
Ah, sobre a página web do instituto ainda não existente, a explicação é simples. Durante anos estivemos integrados num grupo estrangeiro da área do ensino e só muito recentemente nos tornamos numa entidade independente. Como isso implicou uma reestruturação total que leva o seu tempo, limitámo-nos a escrever inicialmente em blogues. A nossa página web está já em construção, sem pressas, pois não é pela internet que a grande maioria dos nossos clientes nos chega.
Fico-me por aqui pois espera-me um dia de muito trabalho.
Não leve a mal se eu não lhe responder pois, como já dei a entender anteriormente, considero o assunto encerrado.
Desejo-lhe felicidades e boas aulas.
Cordialmente,
Ricardo Sottomayor
Caro Ricardo Sottomayor,
Uma vez mais agradeço a sua resposta. Agradeço também o facto de dar esta discussão por terminada, uma vez que também eu já disse tudo o que tinha a dizer sobre a vossa instituição.
Não tenho nada em particular contra o vosso Instituto nem contra qualquer dos seus elementos a não ser quando vêm a público (ou permitem que sejam trazidas a público) com conclusões e opiniões indevidamente fundamentadas, enganosas e prejudiciais ao bom nome da classe docente e do respectivo trabalho. O vosso Instituto e respectivos líderes são os primeiros e únicos responsáveis pelas opiniões emitidas em nome dos mesmos. Se, em algum momento, não estiverem satisfeitos com o modo como foram transcritas pelos jornalistas as vossas afirmações, manifestem-se ao abrigo do direito de resposta (que nenhum jornal ou publicação vos poderá recusar), caso contrário é a vós que têm naturalmente de ser imputadas as responsabilidades. Se realmente o que vos preocupa é o bem estar e sucesso dos alunos vossos clientes, não embarquem na nomeação fácil de bodes expiatórios actualmente promovida pelo nosso Ministério da Educação, não tentem se aproveitar da polémica do momento para a vossa publicitação, e assegurem-se de que vão à raíz dos problemas e que aqueles a quem dão entrevistas ou que divulgam as vossas palavras fazem o mesmo.
Permitir que as estatísticas por vós determinadas, no trabalho que desenvolvem com os vossos clientes, sejam extrapoladas, sem a devida contextualização, como representativas do todo nacional, permitir afirmações do género “ninguém lhes ensina nada” ou “raramente os professores exercitam o pensar”, não ajuda ninguém e não vos dignifica, antes dando a entender que muito pouco perceberão de pedagogia e da situação actual da mesma no nosso país.
Em relação ao que disse a meu respeito, esclareço-o também:
Agradeço e retribuo os seus votos de felicidades.
Caro Roberto Gorjão,
Afinal, não cumpro a palavra dada no meu contacto anterior porque me esqueci de um pormenor que considero importante dizer-lhe.
O Dr Nelson Lima nunca foi contra ou tem opiniões menos boas sobre a classe dos professores. Desde 2001 que dá frequentes seminários por convite das escolas, da Associação Nacional de Professores e de sindicatos. Muitos mandam crianças com insucesso escolar ter com ele à procura de ajuda. Acredita que se ele os provocasse com acusações ou insinuações constinuaria a ser chamado a falar para professores? (Se nos jornais ocorrem imprecisões, bem, nós nem sempre as detectamos e escapam a qualquer correcção atempada).
Era apenas isto. Muito obrigado pela sua atenção e desculpe o espaço que lhe ocupei.
Ricardo Sottomayor
Só agora li a sua amável resposta e os esclarecimentos sobre o seu trabalho e biografia.
Muito obrigado pela deferência.
Cumprimentos,
Ricardo Sottomayor
Instituto da Inteligência