I’m sorry… There is no English version of this article.
Most of my English posts can probably be found in the Web Design related categories. The rest most likely wouldn’t be worth the time spent reading so you’re not missing much anyway!
Thanks for your interest!

A ignorância, nestes casos é letal, pelo que vejo com muito agrado qualquer voz que contra ela se levante. As pessoas que tratam o nosso planeta e as diferentes espécies que o habitam, sem respeito deveriam ser criminalmente punidas. Já não há mais margem para erros. Força Roberto, não te coíbas de os chamares pelos nomes que merecem!
lol
Caro Roberto Gorjão:
Aqui estou no seu blog. Verifiquei que o meu amigo critica exactamente o que eu, através da caricatura, critico.
A sua crítica é pertinente, porque é sua; a minha , pelos vistos, não.
Tudo bem!…
Mas sempre gostava de lhe dizer que fazer juízos através da leitura de dois ou três textos caricaturais é precipitado.
Até porque as caricaturas nunca têm a leitura directa que o meu amigo parece querer tirar delas. Se tivessem, não seriam usadas.
Caro Pinho Cardão,
Agradeço a gentileza da sua resposta, quer aqui, quer no seu blogue. Peço também desculpa pelo atraso nesta réplica, mas a vida assim o exigiu.
Fico contente por afinal criticar o que também eu critico. Todavia, tenho então a dizer-lhe que as suas “caricaturas” carecem de nitidez e de precisão, pois, se esta última contém ambiguidade suficiente para poder ser interpretada das duas formas, as anteriores (a que me refiro no meu artigo) foram tão exageradas que foram interpretadas por toda a gente (e não só por mim, como o diz) como críticas de facto à protecção ambiental. E não se tratou de juízos apressados (como também sugeriu), ainda que até isso fosse de alguma forma legítimo, já que a internet em geral e os blogues em particular são lugar de leituras predominantemente rápidas e também isso é preciso ter em conta quando se constroem artigos desta natureza. Atente aos comentários que surgiram, atente à reposta que suscitou do seu colega Ferreira de Almeida, atente nas suas próprias frases, e perceberá que as suas caricaturas, pelo menos neste domínio, erram o alvo – infelizmente! – e que seria interessante reformular a sua maneira de as construir:
“Mas há Governo neste país que possa explicar esta loucura? E temos nós que a suportar? Dá vontade de mandar o Ministério do Ambiente e o fanatismo ambientalista para o meio dos lobos de Vila Pouca, sem estrada para fugirem, que é mesmo o lugar deles!…” – do seu artigo “A ser comidos pelos lobos!…” Diga-me que esta não é uma caricatura que falha o alvo!
Dito isto, tenho de afirmar a minha discordância frontal quando se pretende que a razão do despesismo está nos lobos, dando a entender que a sua preservação é cuidado de lunáticos! – a reacção do seu colega Ferreira de Almeida… Diga-me que sou só eu a interpretar mal as suas caricaturas!
Despeço-me com um link para uma notícia de ontem à noite, no Público: mais ” Dois linces morrem atropelados em Espanha no espaço de uma semana“! E morrem porquê? Por que é que esta espécie, o felino mais ameaçado do mundo, viu reduzirem-se os seus efectivos em 80% nos últimos 20 anos? Precisamente porque deixaram de existir “corredores ecológicos” capazes, provocando a “fragmentação do seu habitat” natural! Isso “e a regressão da população de coelho bravo, a sua presa principal”.